Free Hand or Free Mind

sexta-feira, março 17, 2006

Ciência

Boa madrugada!

Acabei de ver um filme sobre um cientista marcante (ao menos foi o que Holywood me passou). O nome dele é Alfred Kinsey que foi biólogo e enveredou nos estudos da sexualidade humana e bombardeou o povo dos EUA de forma marcante. Além do filme ser bem legal pra passar 2 horas vagas, creio que me fez refletir sobre "A ciência masturbativa".


Pois sim. Vejamos que grande parte dos universitários cientistas de hoje (a massa) faz uma ciência para prazeres próprios. Um verdadeiro ciclo cármico que faz cada um buscar o paper publicado do semestre, para assim ter um curriculum sustentável, para assim poder pagar as contas.

Pôxa... sei lá... esta existência masturbativa a qual somos empurrados a viver me parece não ser legal. Somos secretários, juízes, amantes, humanos masturbativos? Sempre seremos? A quem estamos tentando provar algo? Talvez só a nós mesmos...

Veja que toda atividade egoista tente a um ponto extremo de tédio, ou seja, não satisfará por muito tempo. Veja o caso dos cientistas que são forçados pelo karma a nunca parar de encontrar problemas a resolver com um paper que probabilisticamente será lido pelos revisores do mesmo.

Sei lá onde quero chegar. Talvez a lugar nenhum... que venha o Clube da Luta, ou as Igreja Cristãs. Bom, apenas creio que precisamos enchergar isso!

Abraço.

Livres Pensadores

Que me corrijam os filósofos, mas dias destes estava lendo Nietzsche e descobri que ele é o criador do termo Livre Pensador. Fiquei encantado (isso sempre me acontece), pois participo de uma comunidade no ORKUT assim chamada. Adoro encontrar "alguma das fontes" de pensamentos já existentes na minha mente.

Pois bem... Este Blog vem meio assim... Noite de Sexta-feira, vontade de colocar coisas para fora e sentimento de que preciso praticar minha escrita. Não sei, talvez esteja fadado ao meu esquecimento em mais alguns dias, mas decido por tentar no momento atual.

Sejam bem vindos ao meu exercício de elocubração pública. Aqui pretendo deixar algo das minhas mais distantes experiências como ser vivente, pensador em prática de liberdade, e melhor que tudo - um incógnito no meio da multidão.

Abraço.