Mais um livro...
Sinceramente sinto-me muito contente ao fim de cada livro lido... Creio ser um certo orgulho bom, por ter dedicado algum tempo para aumentar meus laços culturais, criar novos links de idéias, palavras e momentos.
Acabei de ler hoje "Os Filhos de Anansi" (Anansi Boys) de Neil Gaiman. Já conhecia o autor pela fama de Sandman, do qual li apenas um volume da edição capa dura brasileira. Apesar de ser muito pouco para falar do autor e de sua obra, vou dar minhas primeiras impressões.
Gaiman usa um estilo interessante de criar tramas: parte de peças já existentes (como de Anansi - Deus da cultura Afro-americana) e com seu jeito leve, costura o fantástico e o dia-a-dia em estórias cheias de 'pontos-de-escape' - entenda-se por isso, conexões com filosofias, opiniões, etc.
Sobre o livro em específico, gostei das pitadas de humor do autor, e o enredo é simplesmente de 'conto de fadas'. Uma literatura fantástica para adultos, que daria um filme de 3 horas 'facinho', pois é muito denso. Confesso que em alguns momentos me senti casando, pois a coisa ficava emperrada em alguma explicação, mas que tornava-se importante para a criação do universo do livro. Diria que não é um livro muito sério, até porque Anansi é um deus, digamos, palhaço e seus filhos seguem a linha pilantrona do pai.
Gosto de autores que desafiam o mesmismo, e apesar de não parecerem, coloco aqui o nome de Chuck Palahniuk, que criou o fabuloso Fight Club (que quem sabe, depois de ler pela terceira vez, eu venha fazer algum comentário). Certamente, Neil Gaiman continuará na minha lista de leitura, até porque, já pré-reservei minha coleção de Sandman na Comic House - loja especializada com um dono-gente-fina em João Pessoa.
Abraços... (e "Desligue esta televisão e vá ler alguma coisa!" by MTV) =D
Acabei de ler hoje "Os Filhos de Anansi" (Anansi Boys) de Neil Gaiman. Já conhecia o autor pela fama de Sandman, do qual li apenas um volume da edição capa dura brasileira. Apesar de ser muito pouco para falar do autor e de sua obra, vou dar minhas primeiras impressões.
Gaiman usa um estilo interessante de criar tramas: parte de peças já existentes (como de Anansi - Deus da cultura Afro-americana) e com seu jeito leve, costura o fantástico e o dia-a-dia em estórias cheias de 'pontos-de-escape' - entenda-se por isso, conexões com filosofias, opiniões, etc.
Sobre o livro em específico, gostei das pitadas de humor do autor, e o enredo é simplesmente de 'conto de fadas'. Uma literatura fantástica para adultos, que daria um filme de 3 horas 'facinho', pois é muito denso. Confesso que em alguns momentos me senti casando, pois a coisa ficava emperrada em alguma explicação, mas que tornava-se importante para a criação do universo do livro. Diria que não é um livro muito sério, até porque Anansi é um deus, digamos, palhaço e seus filhos seguem a linha pilantrona do pai.
Gosto de autores que desafiam o mesmismo, e apesar de não parecerem, coloco aqui o nome de Chuck Palahniuk, que criou o fabuloso Fight Club (que quem sabe, depois de ler pela terceira vez, eu venha fazer algum comentário). Certamente, Neil Gaiman continuará na minha lista de leitura, até porque, já pré-reservei minha coleção de Sandman na Comic House - loja especializada com um dono-gente-fina em João Pessoa.
Abraços... (e "Desligue esta televisão e vá ler alguma coisa!" by MTV) =D
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